quinta-feira, 21 de julho de 2011

Ser Fisioterapeuta

 
"Ser fisioterapeuta é ter duas mãos e um coração entre elas, é manter expressão serena, mesmo com a alma desesperada, manter a mente quieta mesmo diante do desespero,ter um brilho no olhar mesmo quando não temos esse motivo, é transformar lágrimas em desabafo e ser humana para dar conforto.O coração estremece por muitas vezes cheio de emoções inexplicáveis, mas proporcionando o alívio dentro da alma, levando conforto para o coração e com nossa sabedoria poder proporcionar a reabilitação.Ser fisioterapeuta é acreditar na esperança que dias melhores virão, é vencer o sentimento de onipotência que nós é erroneamente delegado, é reconhecer nossos próprios limites.Mas, acima de qualquer coisa, fazei Deus que nunca perca a capacidade de chorar e jamais esquecer que em minhas minhas mãos junto com sua mão existe o maior milagre, a vida." 
Erika Alves Serrão

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Olá

Hoje entrei aqui e pra minha surpresa percebi que falta pouco para considerar as postagens deste blog anuais. Que vergonha. Vou puxar a orelha da dona e quero ver se ela não entra nos eixos. Prometo!

domingo, 1 de agosto de 2010

Mais fácil, mais rápido.


Com tantos meios de comunicação instantânea, tudo ficou mais fácil hoje em dia.
Msn, Orkut, Twitter, Facebook, Google talk, Formspring, Skype, e o que mais? Não sei e acho que nem Deus sabe, já deve ter se perdido na rede.
Pois é, ficou muito mais fácil mesmo!
Mais fácil, mais rápido, mais banal, mais frio, mais distante, mais mecânico, mais... e mais.
Sinto falta da época em que se escrevia uma carta e esperava-se semanas pela resposta. Ou, que ao invés de mensagens eletrônicas, mandávamos bilhetinhos de papel para aquele garotinho da escola. Ou ainda, que quando queríamos perguntar algo para alguém, precisávamos olhar nos olhos da pessoa, ficar cara a cara e não de frente a uma tela de computador.
Pra mim, nada consegue substituir aquela ansiedade da espera, os calafrios e a sensação de sentir o sangue subir e o coração pular como se fosse sair pela boca. E receber flores então? (Eu sei, eu sei... pareço uma idiota mesmo.)

Só sei que tudo que vem fácil, se vai fácil também. Como tudo o que vem rápido, voando se vai.
Vamos voltar a pegar na mão, a olhar nos olhos e ser feliz de verdade!
Aproveite enquanto ainda há tempo!

Já basta!


Ok, ok...
Não vou mais me explicar, não vou mais adiar.
Doendo ou não doendo, está na hora de iniciar os trabalhos deste blog.

Então vamos lá, em homenagem a minha querida tia Loiva.
Afinal, tenho certeza que ela seria uma leitora fiel e o será, mesmo em outro plano.

Mais uma vez, sejam todos bem-vindos!
Será uma honra tê-los como leitores das minhas loucuras e amores! (Até rimou, rs)

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

De volta ao blog

Depois de 5 meses e 3 dias, estou voltando as atividades do blog. Uma página que não me traz boas lembranças e que por isso ficou rabiscada da memória por tanto tempo. Surgiu em meio a uma situação daquelas que por mais que faça parte do destino e em algumas situações seja esperada, ninguém nunca está preparado para ela. Mesmo passado algum tempo a dor continua, mas foi aqui que consegui colocar um pouco dela pra fora e por isso resolvi voltar a escrever.

Então vamos começar, e é bom que seja pelo começo, não é? Afinal, esse pobre blog nem sequer foi apresentado.

Primeiro, por que Posturando? Talvez tenha a ver com postura? Ou seria com costura?

As duas. Sim. Aqui vou mostrar minha postura nas mais variadas circunstâncias e costurá-las. Vou costurar amigos, costurar amores, costurar família, costurar medos, costurar alegrias, costurar dores, costurar crenças, costurar saúde, costurar Fisioterapia, costurar política, costurar novidades, costurar tempo (ou a falta dele), costurar solidão, costurar... enfim, costurar o que me der vontade, o que tiver pra ser costurado.

Sejam todos bem vindos!

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Luto


E ao despertar com uma ligação, o que eu temia veio ao meu encontro. A voz da minha mãe ainda ecoa em meus ouvidos: “Filha, ela se foi. Nós estávamos ao lado dela, mas ela simplesmente foi se apagando como uma vela...”

Dói, dói muito...

Mas por mais que eu tente, não existem palavras, línguas, gestos ou mesmo pensamentos que possam expressar a dor da perda. Ela é tão profundamente dolorida e fere a alma de tal forma, que nos faz perder a definição e a expressão do que sentimos. Os sentidos perdem a razão de ser. Aí então, robotizamos o corpo e caminhamos, perdidos e anestesiados de lá prá cá, de cá prá lá, desnorteados, confundidos, atordoados e completamente perdidos de nós mesmos. Esquecidos de tudo e de todos, menos da dor que rasga, dói e arranha o coração até o sangue jorrar em lágrimas e gritos inaudíveis (Adaptação do texto de Maria, publicado no Recanto das letras).

Não posso medir a intensidade dessa dor, mas sei que é pesada demais e impossível de carregar solitariamente.

Descanse em paz tia.

Termino dizendo que definitivamente, este não é o assunto dos sonhos pra minha 1ª postagem.